Há um País que nos foge da mão. Um País que se observa, que se critica, mas que ele! O País!!??
Segue tranquilamente o seu dia-a-dia indiferente a tudo aquilo que alguém possa pensar, um País que se está nas tintas para o que se possa pensar.
Por exemplo:
Uma rotunda, para divergir correctamente (para quem sabe) os caminhos a seguir à saída da vila, cidade ou aldeia, seja onde for, e depois... logo a seguir, outra, mais outra e outra ainda ... e, acreditem! Não estou a exagerar, outra Rotunda!!!! VIVA!
Pois então pergunto ainda assim e , desculpemmmmmm,:
Porquê tanta rotunda?
- Estúpido! Não sabes que morre imensa gente nas estradas de Portugal, que o povo não tem inclinação, civismo, ou educação para conduzir? Hein? Assim não temos outro remédio. Rotundas e..... calas-te!
-Que achas?
-Tábem tábem..
Fuuuuuuuuuuu.
- Deve ser a mesma coisa dos incêndios. O País arde corrrecta e ordeiramente à volta.
- Não se fala mais nisso.
Ah, já me esquecia. Tudo isto ....
Sem placas de aviso ou sinalização.
Para quê?
Não sejamos hipócritas...
Porque a nossa inteligência tem a obrigação de compreender as razões de tudo isto.
Não ouvem o silêncio???
quarta-feira, agosto 17, 2005
As Maravilhosas Rotundas de Portugal
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João Gil
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9:54 da tarde
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quinta-feira, agosto 11, 2005
Cara de agosto quando chove
Hoje acordei com esta cara. Que estranho macambuzio me saíste, do género: ia para a praia mas está quase a chover e já não vou, portanto, não sei o que fazer aqui em Tavira Ó Elvira
E, como quem, olhei em volta e Oh...não sou o único a olhar desta maneira para o céu.
Estamos todos com a mesma cara, e evitamos olhar uns para os outros, não vá alguém descobrir.
Uma espécie de alteração de rotina marcada previamente na agenda. Apanhar sol nas ventas até ficar com bom ar.
Foi por isso que inventaram os Don Rodrigo (podia ser uma banda de rock algarvio).
Dar uma alternativa credível e doce ao tempo cinzento. Já topei! as raparigas usam o fato de banho como roupa íntima. Ahah!
Vou passar a olhar de outra maneira quando estiver na praia. Bom! Não interessa.
Só para vos dizer que agora sei o que é ter cara de agosto quando chove.
O calor coze-me os miolos, e lentamente....a gravida
a
a
a
de.
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João Gil
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10:33 da tarde
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"Um passo maior que a perna"-Uma lição de vida num estilo um pouco americano, mas enfim...
O Atleta Português Rui Silva é um exemplo a ter muito em conta, tal como todas vitórias desportivas em geral, elas dão-nos uma lição qualquer....
- Que Lindo!!
Ele diz numa entrevista logo após a conquista do seu mérito, que ao longo da sua carreira nunca terá dado " um passo maior que a perna ".
Creio que estamos na presença de uma pessoa especial.Ah....e não se chama José, ah..... e não foi arrogante, sim porque é possivel ser um ganhador sem que isso signifique agressão ou estar em luta com pás de moinhos.
Ganhar! Ganhar! Ganhar!.......Calma.....
-Não , não estou com ciúmes!!
A estratégia de uma corrida de 1500 metros encerra em si mesmo, uma ideia de estratégia e táctica de vida .
Faz sentido?
É por essas e por outras, que gostaria de convidar os meus amigos todos a...., não digam já que não, não se precipitem!
Façam apenas um pequeno esforço.....começem por correr 5 minutos.Se tiverem problemas de coluna, podem simplesmente caminhar.Vá lá!
Isto pode parecer-vos ridículo, mas é que estou mesmo convencido das vantagens da prática de atletismo onde a competição se verifica sempre na perspectiva da evolução e do aumento gradual das margens de resistência.uff!
É claro, estou completamente dependente, mas olhem, dá muito jeito para equilibrar o acompanhamento da suspenção de fumar, ah pois é!
Ah , já agora nunca digam que deixaram de fumar...suspender é mais cauteloso e humilde.
A aprendizagem da gestão do esforço e o domínio do espírito de sacrifício faz com que a nossa vida decorra e tenha bons resultados.....eu sei eu sei.......a crónica está a ficar ao melhor estilo das " selecções "
Merda!
Levem-me a sério!
Obrigado sim?
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João Gil
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9:20 da tarde
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segunda-feira, agosto 08, 2005
Amanhã já passou
Triste por estar triste
Triste por ser madrugada de domingo
Triste pelo País que arde
Triste pela tristeza dos outros
Triste pela falta de optimismo
Triste pela falta de autonomia do nosso primeiro ministro
Triste pela falta de coragem
Triste pela miopia de toda a classe política
Triste pela incapacidade de o regime democrático inventar um sistema sem os partidos do costume
Triste pela tristeza do nosso Presidente que chora
Triste por um momento triste
Triste mas amanhã já passou!
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João Gil
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sexta-feira, agosto 05, 2005
Verão Quente de 2005
São chocantes as imagens dos incêndios, do povo desesperado, das casas, das terras queimadas, do pânico, das lágrimas, da generosidade e do esforço dos bombeiros.
Retenho na memória o apelo de um senhor que , acusando o governo, a classe política, e disparando em todas as direcções, pede mais força para a Polícia Judiciária para assim "como antigamente" , possa por cobro à " dita mão " criminosa.
Imediatamente em acto contínuo e a quente também, tomado por um sentimento de revolta , sou levado a pensar que a importância de todo o sector de construcção, da indústria das madeiras , são um alvo óbvio de todo o tipo de suspeição, a somar à elevada temperatura e a um misto de impotência de não termos respostas para tudo.
A seguir....pego no jornal "Público", e como de costume , vou à última página ler o comentário de V.P.Valente, e......
Tal como antigamente, lá está o velho hábito que já vem da Monarquia....Os que estão no Poder, escolhem os seus amigos para as empresas Públicas.
E, por sua vez a quente, lá vou eu para a ideia de que o nosso Primeiro Mínistro está a perder a sua grande oportunidade histórica para ser diferente de todos os seus antecessores.
Assim é horrível!
Quando aparecer a palavra Ética no diccionário político Português, começará uma nova era na nossa vida.
Gerações depois, os bodes expiatórios serão outros concerteza.
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João Gil
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quinta-feira, agosto 04, 2005
É uma história de carácácá eu sei...
Não quero embirrar, mas por acaso vocês não acham estranho, que nos minutos de silêncio que têm sido praticados nos estádios de futebol, por razões mais que justas e assinaláveis de intensa solidariedade, sejam sempre acompanhados de salvas de palmas e uma enorme dessincronia caótica, em que apenas os jogadores parecem levar a sério o recolhimento, tornando-se "artistas" de um espectáculo que está a ser visto apenas , e não sentido por todos?
Devo estar maluco, mas este comportamento colectivo, dá-me cabo dos nervos.
Um minuto de silêncio, na minha terra, significa introspecção , não?
Não devia constituir o silêncio da intimidade colectiva, tal como o nome indica, uma força intimidatória e condenatória de todo o tipo de atentados, inclusivamente da morte que subitamente pode vencer a vida ainda jovem e prematura?
Eu acho que sim , mas pronto...devo estar a ficar maluco...
O silêncio intimida mesmo, caramba!
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João Gil
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3:30 da manhã
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sexta-feira, julho 29, 2005
A Ota e os Otários
A seis horas de embarcar para os Açores tenho de assumir que:
O Aeroporto da Portela dá muito jeitinho. Mas se calhar não posso pensar por mim...
No princípio, pensei apanhar o voo da Ota, e aproveitar para comprar umas t-shirts e umas calças de marca com 50% de desconto.
Dormia menos uma hora, e levava um banho de modernidade do género - tramados por Espanha que nos obriga ao investimento público - porque os nossos privados são manifestamente obtusos e piores que o estado, facto que jamais virão a admitir.
E... só de pensar que o aeroporto de Hong Kong está no meio dos prédios.
Estes Portugueses são mesmo estranhos!
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João Gil
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11:40 da tarde
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segunda-feira, julho 25, 2005
Não se deixem ficar em casa
...
Foto: Vasco Gil
30 de Julho - Ilha das Flores, Açores
14 de Agosto - Leiria
15 de Setembro - Lisboa (Antena 1 - ViváMúsica)
22 de Outubro - Torres Vedras
...
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Baggio
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11:21 da tarde
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domingo, julho 24, 2005
Presa ou Matador
As bombas rebentam um pouco por todo o lado, ou é impressão minha?
Hoje no jornal "O Público" veio um artigo com o título "Por que nos odeiam eles? Não é por causa do Iraque" assinado por Olivier Roy.
O seu autor defende por variadas razões a ideia da globalização da "Jiad" e, por isso mesmo, ser Iraquiano, Palestiniano ou Afegão para justificar a identificação do chamado "Terrorista" vítima do eixo ocidental, não colhe.
Faz todo o sentido pensar que, à semelhança da mobilização global de todo o tipo de razões justas ou menos justas, também este lado errado da noite se organiza a uma escala mundial.
A ser verdade esta possibilidade mais que possível, então... também faz de nós, ou seja, da opinião pública mundializada, uma força e uma voz decisiva nas questões que aparentemente estão fora da nossa mão. Todo o planeta deve ter uma opinião formada acerca de todos os conflitos ao cimo da terra.
Se não queremos ficar com aquele olhar resignado da pacaça nos dentes do tigre, se todos perderemos inevitavelmente as liberdades individuais, como tudo indica por razões de segurança, e pontencialmente vítimas da circunstância .....então:
Temos uma palavra a dizer,
Sobre tudo.
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João Gil
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12:31 da manhã
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sábado, julho 16, 2005
Os Abutres
Meus queridos amigos:
Sempre que , mas sempre que:
Acontece uma iniciativa de protesto, geralmente convocada por SMS de eficácia rápida e de custos baixos, dá-se um fenómeno de curiosa apreciação pelos demais cidadãos como eu , e muitos mais que ainda não se manifestaram mas não tarda muito....
refiro-me ao processo preverso da apropriação partidária de todos os protestos justos de coração nas mãos, da sociedade cívil, organizada por iniciativa e mérito próprios.
Chegam os telejornais, a imprensa em geral, e....lá estão eles.......sempre eles.
- Eles quem?
Ó ...o costume:
Uma voz segura, geralmente calma, uma nota a propósito, um aparte a somar a outro, afinal de contas aquilo que é esperado:
O já previsível e incontornável aproveitamento.
Eles!!!! Os abutres, e não tantos como isso, não perceberam ainda o quanto prejudicam as causas em questão.
A eles, não lhes passa pela cabeça que o seu protagonismo pode levar a equívocos, e prejudicar seriamente a insuflagem que as causas carecem sempre.
Mais cedo ou mais tarde hão-de, ou..."hádem", perceber que o exercício da autonomia é um investimento para a consciência do futuro de uma qualquer "consciência"
FORA do PODER e.......sem...... AMBIÇÕES de PODER.
Vai ser muito difícil!
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João Gil
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2:48 da manhã
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sábado, julho 09, 2005
O que se aprende ao transcrever um poema de Ruy Belo
Oh as casas as casas as casas
as casas nascem vivem e morrem
Enquanto vivas distinguem-se umas das outras
distinguem-se designadamente pelo cheiro
variam até de sala pra sala
As casas que eu fazia em pequeno
onde estarei eu hoje em pequeno?
Onde estarei aliás eu dos versos daqui a pouco?
Terei eu casa onde reter tudo isto
ou serei sempre somente esta instabilidade?
As casas essas parecem estáveis
mas são tão frágeis as pobres casas
Oh as casas as casas as casas
mudas testemunhas da vida
elas morrem não só ao ser demolidas
elas morrem com a morte das pessoas
As casas de fora olham-nos pelas janelas
Não sabem nada de casas os construtores
os senhorios os procuradores
Os ricos vivem nos seus palácios
mas a casa dos pobres é todo o mundo
os pobres sim têm o conhecimento das casas
os pobres esses conhecem tudo
Eu amei as casas os recantos das casas
Visitei casas apalpei casas
Só as casas explicam que exista
uma palavra como intimidade
Sem casas não haveria ruas
as ruas onde passamos pelos outros
mas passamos principalmente por nós
Na casa nasci e hei-de morrer
na casa sofri convivi amei
na casa atravessei as estações
respirei - ó vida simples problema de respiração
Oh as casas as casas as casas
Ruy Belo
...
Lisboa, 2001
Foto: Vasco Gil
...
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João Gil
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3:36 da tarde
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quinta-feira, julho 07, 2005
Ser um português racista, faz sentido?
Fará sentido ser racista em Portugal, sendo português?
Aqui está uma questão interessante no mínimo não?
Será que temos razões para ser realmente racistas, nós as eternos "vítimas" do racismo europeu?
Será que essa linguagem é a linguagem do violador porque foi o violado?
Será que é a velha definição marxista de que o racismo apenas justifica os baixos ordenados?
Será que será uma questão de cheiro, tantas vezes confidenciada por gente aparentemente nunca racista do género - Eu acho que nunca seria capaz!, porém apetrechada de forte costela de esquerda?
Será que o nosso presidente finalmente localizou geograficamente a génese do problema?
E por isso...não há problema?
Será que só é possivel no futebol?
Ou na musica já agora?
Ah....os Chineses!
Indianos também....ouvi dizer.
Mas isso não vem ao caso agora.
(longa pausa que supostamente se traduz num breve e longo pensamento)
Estamos feitos!
Sempre....mas é que é sempre!
Arranjando desculpas e mais desculpas.
Esfarrapadas claro...
Escondidas......
Cobardes!
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João Gil
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domingo, julho 03, 2005
AINDA A QUENTE
Assim que terminou há uns minutos atrás o " Live 8 ", senti logo um desejo enorme de mandar uma série de palpites para o ar do planeta.
Podemos ter muitas, mas mesmo muitas dúvidas que a questão da pobreza no mundo ou da fome em África se resolvam na próxima semana dos G 8, podemos até duvidar da "generosidade" de Bill Gates cuja presença no palco cénico nos deixa baralhados e confusos, e nos leva a pensar :
- Afinal, onde mora o inimigo ?
- Não te precipites, porque pode ser um amigo desta ocasião em que, fundamentalmente, está em causa o perdão da dívida externa.
- Sim de facto....pode ser.
Perante este problema, todos os aliados são poucos e todos se emocionam!!! Ouve-se ao lonnnnnnge.
Agora, sem hesitações, o futebol que não leve a mal, mas....a música tem um papel altamente unificador, e através dela, pela primeira vez, deu-se um dado novo, um novo facto que ainda não tinha acontecido, e, em minha opinião, pode vir a ser uma arma letal.
É POSSIVEL VIRAR O MUNDO PARA O MESMO LADO E AO MESMO TEMPO.
Não se esqueçam disto e cá estamos para ver.
Ainda muito a quente,
Inclino-me.
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João Gil
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sexta-feira, julho 01, 2005
Estreia ao vivo
...
Foto: Vasco Gil
Depois da ante-estreia no Speakeasy em Lisboa, a Filarmónica Gil estreia-se ao vivo!
Dia 30 de Julho, Ilha das Flores, Açores.
Estão todos convidados: agora é só escolher a agência de viagens!
Baggio (um colaborador da Filarmónica)
...
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Baggio
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quinta-feira, junho 30, 2005
Isto pode acabar mal
Afinal esta cena também pode ser uma espécie de confessionário, uma forma de terapia...bah...sei lá?
senão vejamos:
Aquele produto enlatado que dá pelo nome de "telenovela" começou em grande com "Gabriela...tararatara".
Foi muito bom, e caramba! Aquela mulher desarrumada, suja, despenteada, quente, morena, ingéua, infantil.....uff!!
Seguidamente aparece "O Casarão" e....fiquei-me por aí.
Depois disso algo me dizia que estava a ficar tudo dito, do género:
Poing, poing!!
Ok pessoal
- É para rir.
Morre alguém, dão-nos o plano de "Paulo"
- Pronto, está encontrado o assassino. É o Paulo evidentemente, embora "Pedro" tenha aparecido ultimamente talvez para dificultar um pouco mais a coisa.
Curiosamente o mesmo acontece com muito do cinema americano de encher pneus, em que o filme se desvenda nos primeiros diálogos, fazendo do espectador uma criancinha que deve ser conduzida com cuidado até ao lado de lá da rua.
Da parte que me toca, muito obrigado pela preocupação
Muito bem.
Nada de novo.
Até que... alto lá!!
Recebo uma chamada dizendo que....conseguimos! A música vai entrar na nova novela que vem aí.
Saltei e gritei! Uau! Fantástico ! Ia chegar a muita gente e mais rápido do que o normal.
Depois.......corei........pensei.......ah.....lembrei-me dos argumentos de muitos actores que conheço bem...deambulando entre o prazer de fazer cinema e a utilidade de fazer novela sendo que o prazer não é posto de parte neste caso, e.......
enfim, aqui estou eu a partilhar as incertezas em que que caímos.
Por isso, caro leitor
NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO DESTA NOVELA DE FIM PROVAVELMENTE TRÁGICO
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João Gil
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terça-feira, junho 21, 2005
O estado de espírito da nação
Começa a ser doentio e a ter contornos algo descontrolados.
Não me refiro à razão que assiste aos protestos que saem de toda a sociedade civil.
Aliás, se existe defice mais real, ele está na calma e tranquilidade que desde há longos anos recebemos as decisões superiores.
Um sinal de iniciativa individual, empreendimentos de cidadãos organizados em torno de objectivos colectivos, qualquer reacção mais "agressiva" ou espontãnea ?
Não!
Nada!
Absolutamente nada!
Salvo os sindicatos, salvo as suspeitas pré-campanhas com as suas dinâmicas mobilizadoras e manipuladoras, salvo os honrosos exercícios de livre cidadania, o povo parece adormecido depois de uma bela sardinhada, um mau vinho acompanhado de uma bela seven-up, com um sol magnífico em cima de um panamá branco.
- Deixem-me em Paz!!
- Deixem-me dormir!!
Até que acordamos um belo dia e....Fantástico!
- Bandidos, Ladrões, Gatunos, etc, etc
Damos conta que tratamos o País por "Isto".
Ou seja, nunca nos incluímos no role de possíveis arguidos da situação.
A culpa é DELES!
A crise toca a todos, não está fácil para ninguém, muitos amigos a passar mal, mas, meus queridos companheiros da mesma lingua e país:
Começa a faltar alguma paciência para tanta depressão e pessimismo, para tanto discurso culpabilizador de erros de um passado transformado em herança colectiva.
Creio humildemente que este estado de espírito da nação, não acrescenta muito à compreensão e solução de muitos dos problemas. Por outro lado, pode toldar-nos a lucidez que tanto precisamos para o futuro de todos.
Também já percebemos todos que os criativos das campanhas partidárias, além dos tiros que dão nos pés dos candidatos, só trabalham de quatro em quatro anos, agora que precisamos de cabeça fria, não podemos entrar em pãnico. E sobretudo
queremos:
Boas Ideias e Boas Iniciativas
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João Gil
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3:43 da tarde
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domingo, junho 19, 2005
Jornal "o desabafo"
Caríssimos
Decidi abrir este pequeno jornal com alguns propósitos que poderão ser interessantes para todos aqueles que têm sempre algo a dizer. Quis o tempo e a arrumação da profissão, que criasse uma espécie de muro à minha volta, que me tem inibido muitas vezes de esgrimir argumentos .
Creio que eu e muitos colegas caímos sistematicamente no erro de desaproveitarmos o tempo de antena em época de promoção, arremessando opiniões que, se por um lado não se entendem, por outro, exageram na forma e no estilo de discurso, como se nos devessem alguma coisa... enfim... Que País este que não nos entende !!
Assim, para que não restem dúvidas, farei desta tribuna o melhor e mais apropriado veículo de desabafo. Não há pressão de tempo ou edição, não há complexo de actualidade ou vínculo de direcção artística, ou de outro género, a não ser a ideia mais fantástica que pode haver na nossa vida - A LIBERDADE... Provavelmente o exercício mais difícil de exercer.
Vamos ver no que isto dá.
Um Abraço.
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João Gil
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11:05 da tarde
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