terça-feira, setembro 13, 2005

O B. Leza vai fechar

Eu sei que é tarde, quase 5 da manhã, mas não resisto a deixar aqui, neste preciso momento,
o registo de uma noite absolutamente fabulosa.
Acabo de chegar do B.Leza, estou siderado com a energia que recebi de um povo inteiro, por vozes que vêm
de terras de fogo. O Bana, a Celina, a Ana Firmino, o Tito, o Kanu, o Dani, a Nanci....... O texto sai-me dos dedos...quero lá saber do rigor formal ou literário....
Caguei.
Só queria que soubessem que aquela sala vai encerrar. Vai fechar!
E, isso é muito mau.
É mau demais.
Vou estar atento, ou ajudem-me ...
Se virem alguma coisa escrita num jornal por aí, sobre o que aconteceu hoje, estou pronto a reconhecer
que tenho andado enganado.
Se, pelo contrário, nada se falar do assunto, terei o direito mais que legítimo em afirmar, alto e bom som,
que os críticos e enfim....pessoas que escrevem sobre música em Portugal,
são merdosos, e acima de tudo, gente ignorante, e muita ocupada nos seus afazeres.
Que me lembre, nunca li nada sobre esta questão.
Alguém ouviu?

Aquela sala vai fechar.
Não me conformo.

domingo, setembro 11, 2005

A 1ª bomba

Neste calmo dia de missa, numa tarde como outra qualquer de um domingo plácido,
somos nós, os animais pacatos que bebem a água do seu rio, sem atenção especial, aos predadores que, do outro lado da margem, aguardam a sua hora, à espera do momento da nossa distracção - o ataque inesperado - o repasto - o festim...

Uma data.
Uma bomba e muitas vítimas inocentes.
A 1ª bomba de muitas.
Uma espécie de abertura de hostilidades.

Muitas coisas acontecerão nesta data, mas este dia maldito, marcará as nossas e as outras vidas.
Que este dia não inicie um período negro da nossa existência colectiva.
O princípio do início da perda das nossas liberdades fundamentais.
Muita coisa errada se pode fazer em nome de um "Deus" qualquer.
Infelizmente, já conhecemos esse filme.

Nunca nos podemos alhear que, transportamos nos ossos, a ideia de um ser vivo, que se organizou em sociedade,
e.... até inventou,...... as Nações Unidas, para além da.... tourada.

sexta-feira, setembro 09, 2005

Às sextas com Miguel

Antes de mais, e sem que isso seja uma abuso da tua intimidade, ou qualquer tipo de promoção para mim,
permite que apenas te trate por Miguel, apesar da cacafonia.
Sabes que, todas as sextas, corro para a banca, compro o jornal, e vou directamente à tua página?
Apressadamente, procuro na diagonal, o assunto que te debruças em cada semana.
E, como de costume, aprecio e estimo a tua capacidade de indignação, alimento necessário para a minha justificação
de muitas coisas que à nossa volta acontecem qual alguma bizarria.
Muitas vezes te citamos.
Por acaso, já tinha pensado em falar algo dos estranhos homens de bigode, em pose convicta, nos ainda mais estranhos
cartazes de propaganda - Os Portugueses que dantes também tinham pêra.

Já olhaste bem à tua volta, no canal onde exprimes semanalmente a tua opinião plena de liberdade, apesar dos comentários dispensáveis, os quais muitas vezes os pivôs não se inibem?
Já reparaste que esse canal, passa grande parte do seu tempo, promovendo o seu "P.I.B.B." ?
Mais exactamente - produto interno bruto com brutalidade.
E quantas vezes, a própria informação, promove o entretenimento no seu espaço de telejornal?
Achas isto normal?
O que vale é que isso é uma doença que não se pega.
OK, tal como os caciques e o seu eleitorado, também os canais de tv trabalham e cultivam os seus públicos.
Recebe um Abraço verdadeiro de quem te admira.
Que a resignação ou o conformismo nunca te abatam, ou te façam perder, aquilo que está no teu sangue genético.
- A tua capacidade de Liberdade e de ser livre,
Nós, e creio que muita gente, temos sempre a hipótese de escolher o nosso canal, as pessoas em quem votar,
pelo menos até ao dia, e acima de tudo decidir qual o melhor Portugal entre os "Portugais".

Não desistas por favor!
Apesar do F.C.P....

Ah, a cacafonia reside no tetráte (sempre a pedagogia... meu Deus )

quinta-feira, setembro 08, 2005

Um Homem bonito

Nos tempos que correm, mais exactamente nos dias de hoje, encontram-se pessoas que são dignas de atenção especial.
Desde há uns dias a esta parte, persiste a imagem do actor americano Sean Penn andando de um lado para o outro,
em plena busca nos pântanos de New Orleans, integrado nas equipas de salvamento.
Num instantâneo para a tv, mostrando alheamento ao aparelho que o filmava, deixou entre outras coisas dignas
de notícia, pelo seu envolvimento e por ser quem é, uma ideia que já se vem repetindo:

Este homem faz as coisas de outra maneira.
Este homem, quando se envolve num problema, passa uma outra sensação.
Este homem tem uma outra dignidade, uma outra credibilidade.
Este homem não é só um dos grandes actores de sempre.
Este homem tem-os no sítio.
Este homem é um homem bonito.

terça-feira, setembro 06, 2005

Contem-me histórias

Hoje, seriam para aí umas seis e meia da tarde, num dos restaurantes irresistíveis da praia do Martinhal.
É um pouco indecoroso, reconheço, falta de gosto até, mas... estava aqui o vosso amigo a saborear
uma série de percebes com aspecto antigo, na companhia de uma taça de branquinho gelado, pés assentes na madeira rugosa e envelhecida, vento confortável fustigando o pensamento..., observando o mundo visto dali.
Como vocês, meus caros, não se encontravam por ali perto, deu justamente para pensar em todos vós,
A ansiedade de partilha também faz evitar qualquer ideia de solidão. O que por sua vez me afasta de alguns tipos de voluntariado, mais para receber do que para dar.
Aí têm:
Este postal magnífico, a somar ao file dos momentos de prazer,
Vá!
Digam vossas distintíssimas pessoas que se comunicam como vasos, em busca do entendimento.
Vá digam-me.
Alguma vez beberam um sumo de tangerina, na praça de Marraquexe, junto à medina, debaixo de um toldo,
protegido da chuva repentina e copiosa, e, no ar, o ainda cheiro a gasóleo do espremedor?
Já??
Vá!!

Fico à escuta.

Contem-me histórias.

É a vossa vez.



Vasco Gil

sexta-feira, setembro 02, 2005

América? Qual América?

Quantas Américas há na América?
Os Pobres são mais Pobres na América?
E se os governos americanos assinassem os tratados do ambiente?
Vale a pena este modelo de desenvolvimento actual?
É justo o investimento militar?
Para quê?
Como justificar a inoperância do auxílio interno?

Com tanta tragédia a toda a hora, não terá chegado o momento para as nações, unidas,
reunirem à volta dos temas ambientais?

É a vida de todos que está em causa.
Não haverá sempre tempo, para sair das cidades, ordeiramente, autoestrada fora...

Para onde?

A Mão e a Pedra

Uma simples pedra, apanhada na areia da praia
Fecho a mão
Sinto o calor que dela sua
Ainda como um corpo que respira
Moldada e amaciada
As arestas cortantes, esmagadas por batimentos de mar sobre o mar
Por ondas sucessivas
Incansáveis

Onde está o primeiro ou o último grão de areia?

Quem somos nós?

Um segundo no universo?

quinta-feira, setembro 01, 2005

Setembro é o mês da Filarmónica Gil


Foto: Vasco Gil


Próximos concertos:

10 Set. - Alpiarça
15 Set. - Lisboa (Antena 1 - ViváMúsica)
15 Set. - Sobral de Monte Agraço
16 Set. - Lisboa (Telheiras)
17 Set. - Montijo (CineTeatro)
24 Set. - Arouca

Até lá!

Olho cá, olho lá

Não percam, por nada deste mundo, os debates (na SIC Noticias, ao fim da noite) entre autárcas que disputam autarquias. Acreditem que é, no mínimo, um grande momento televisivo, um autêntico e não encenado espectáculo de realidade.
Luta corpo a corpo - vale tudo.
Tem de se acompanhar. É importante para a percepção do mundo real.
É lindo!
O mundo local!!

É roubo declarado ou tem atenuante, por carácter de excepção, o assalto a mantimentos em New Orleans?
Os saqueadores de aparelhagens de som, são ou não, diferentes dos que apenas têm de sobreviver? É possivel fazer as duas coisas ao mesmo tempo?
São todos ladrões?
Não acredito!
Quando um agente arreda para o lado, um "ladrão" por simples falta de disponibilidade, ou tempo, para ler os direitos
(uma bengala que impressiona o patêgo nos cinemas) e fecha os olhos ao que vê, sabe do acordo com os seguros?
Todos os pequenos comerciantes têm seguros?
É solidário?
Complicado...
E - depois - o presidente Bush - não sei - se por estilo - ou - sei lá - faz uma - pausa enorme - entre frases - que vai lendo,
acabo desfocando o raciocínio - e,
Cool! É apenas o seu estilo.
O Povo Americano não tem culpa.

quarta-feira, agosto 31, 2005

Actos de coragem nas traseiras de Portugal

Um responsável do urbanismo da Câmara Municipal do Porto, quando denuncia situações muito graves, é :
Um acto de grande coragem.
Um Bombeiro que se manda com tudo o que tem, para a frente de um fogo, é :
Um acto de enorme coragem.
Um jovem compositor que se dê à morte, a cantar em Português, é :
Um acto que pode responder a um apelo mais do que o seu próprio presente. Consciente ou não, vem contra a maré.
Um qualquer político que, vindo do mercado de trabalho e não de uma jota de jovens parasitários, se entregue à missão de servir uma causa pública, e não o partido e os interesses que o suportam, é :
Uma pessoa séria, ou seja, um acto de grande coragem em terra de espertos.
Uma ou um enfermeiro anónimo, que dão diariamente dignidade e afecto, ao sofrimento sem cara, por vocação, já que, tais coisas não constam nos benefícios da penincilina, é :
Um dos actos mais extraordinários de que o ser humano é capaz.
Um partido político que integre os cidadãos da grande população africana, com todos os direitos iguais aos nossos, é :
Ou seria, um facto de tão inédito, um intervalo de lúcida coragem colectiva, e um grandioso acto de histórica coragem.
Uma pessoa que se exprima artisticamente em diversas áreas, que viva a muito ou pouco custo do seu trabalho sem o apoio do Estado, e não precise de dizer mal dele ciclicamente para sobreviver à falta do seu próprio talento, é:
De tal maneira , um acto de coragem, que deveria ser medalhada ao dia 10 de cada mês.

Muitos e muitos mais se afirmam nas traseiras de Portugal, mas apetece perguntar:

O que é a normalidade?

segunda-feira, agosto 29, 2005

Qual é o eco ?

Seguindo as pistas de Umberto Eco, deixadas neste seu último, que sinais encontrariamos nós, em nossa volta,
que nos fizessem chegar à nossa pessoa em caso de amnésia, sem nos perdermos?
Se vieres pelo mar encontras um belo País, que, embora triste, se faz rodear de imensas euforias.
Um belo País, povoado de leitõezitos que para o ano já cá não estão, é certo, todavia preenchido com gente muito gentil.
Um cantinho apetrechado das mulheres mais bonitas que há memória, mas que elas ainda não perceberam, de tão inseguras, que fazem de seus homens ainda mais do que elas, seres necessitados de suas mães, de tanto infantis demonstrarem vida fora. Bem, uns para os outros.
Um País que discute, e vive acaloradamente as amarguras de um simples guarda-redes. É dómem dolmen!
Um País altamente mal frequentado, cheio de gentinha que apanha dinheiro do chão. É verdade!
Que tão cheios de seu peito, afincadamente labutam para os interesses dos que realmente têm o poder, levando o nosso voto. Sim, sem dúvida!
Os que pensam por tudo isto dizer, se convençem, que por esta via têm garantida a entrada directa no ceu? Mentira!
Não chega!
Já não chega dizer mal!
Aqui tens uma boa pista, mas atenção que os italianos não são muito diferentes. Continuo???

Encontras um País que ainda vive na era do betão, que ainda não descobriu que passear no jardim pode ser bom.
Claro! Que se saiba, ainda não foi encontrado um voto ao pé de uma árvore.
Mas olha:
Não penses que é tudo mau. Nada disso. Quando deres por ti, vais finalmente entender que:
Chegaste a tua casa.
É esta a tua casa.
Somos nós, a tua família.
Nessa altura, liga-me que eu vou ter contigo.

Incondicionalmente!

This is cnn

Acabadinho de chegar, com os dedinhos em riste, mortinho por desassossegar, inquieto como de costume.
- Isto é um vício!
depois de um fim de semana em estrada, com S. Martinho do Porto como passagem para mais um escaldão.
- Amigos que nascem nas areias não se enterram no Verão, nem acabam com Agosto!
Podia ser uma canção, fraquita, cheia de frases batidas, chapa gasta. É melhor não, e além disso, os amigos devem ser protegidos.
Se calhar, em Inglês soava bem e... não machucava o pergaminho.
- Voltarei no Inverno, em pleno nevoeiro, nem que seja noutra dimensão, noutro tempo, nas rua dos cafés, antes do betão...

Na rádio ouve-se acerca da chegada do furacão a New Orleans. Abro a porta de casa, pouso a mala, e...
vou a correr para a CNN, ver a cena:
Carros em fuga na autoestrada, e o Larry King de suspensórios em suspense, ponderado mas algo grave, fala com o repórter na zona.
Macacos me mordam, mas há aqui qualquer coisa de espectáculo especulativo.
O que irá acontecer? Pergunta-se.
Zapingo pelos canais de Portugal e nada... estranho! Ok, os directores também fazem safaris.
A sério, estou a brincar.
AH! SIC Notícias. Boa !
Impressionante. Algo de estranho acontece no planeta Terra. As tragédias são distribuídas meticulosamente.
Por todos. Por Deus. Só pode!
Por mim, punha o Katrina lá para os lados do Katrino, a fazer estragos nas aves que andam constipadas, e deixava o povo da Nova Orleães em paz, a dedilhar a bela da sua música em baloiços, debaixo dos telheiros das casas de madeira que vemos nos filmes, mas não mando.
Admirável o que Americanos fazem para se protegerem.
Nem tudo é mau concerteza.
Vou para intervalo.
Volto já.

sexta-feira, agosto 26, 2005

A Senhora de certa idade

Ontem, numa das tasquinhas ao pé daqui de minha casa, depois de mandibular um bacalhauzito singelo,
peço um café, ponho os oculos que me dão sempre alguma credibilidade, abro o jornal pelo sítio do costume,
vou para ler, nisto toca o telefone, e ouço o seguinte diálogo:
- Olá minha senhora como está, há quanto temmmmmmpo? Boazinha?
Aqui, pelo timbre e pelo mimo, entendi, do lado de lá, alguém de certa idade.
- Siiiim...já sabe. É o costume: os bifinhos, o bacalhau, o cozidinho,
A boa da senhora perguntava a ementa para ganhar o tempo da escolha.
- Sim sim. Está muito bem...claro, um caldinho do cozido também.
A senhora de certa idade tinha-se decidido pelo cozido à Portuguesa.
Desliga o auscultador do telefone preto, vira-se para a cozinheira e diz bem alto:
- Pensava que esta já estava morta!
Resposta da cozinha:
- O quê, ainda está viva?
Faço sinal com os dedos para pagar e...
- É a continha é ?
Abanei com a cabeça, boquiaberto ...

Não me consigo abstrair deste episódio.


Vasco Gil

quarta-feira, agosto 24, 2005

Mastiguem devagar

" Apenas uma boca. A tua boca
Apenas outra, a outra tua boca
É Primavera e ri a tua boca
De ser Agosto já na outra boca

Entre uma e outra voga a minha boca
E pouco a pouco a polpa de uma boca
Inda há pouco na popa em minha boca
É já na proa a polpa de outra boca.

Sabe a laranja a casca de uma boca
Sabe a morango a noz da outra boca
Mas sabe entretanto a minha boca

Que apenas vai sentindo em sua boca
Mais rouca do que a boca a minha boca
Mais louca do que a boca a tua boca "

David Mourão Ferreira

Este é um dos mais belos Poemas que eu conheço.
Que melhor alimenta e sacia o cio da fome.
Não resisto...
Salivo...



Elliott Erwitt

O instinto da eternidade

Há notícias que, em sede própria, jamais seriam dadas.
Deveriam sempre, em qualquer situação,
serem acautelados e protegidos os nossos instintos da eternidade.
Vou fingir, e nem quero saber.
O pianista é outro que se faz passar pelo Outro.
E o grande Lance, será que...?

Agora o tempo é já outro.
Tudo é mais depressa.
Por isso:
A memória também.

Não acredito!
É inaceitável!



Lara Rossignol

terça-feira, agosto 23, 2005

O PODER ESTÁ NA NOSSA TECLA

XIIIIIIIIII.
Leram o artigo que Vital Moreira assina hoje no Público?
A focagem está na Blogosfera.
O título é:
o "quinto poder"?

Encham o peito, camaradas de vocábulo erguido.
O poder ainda pode cair pelo teclado.
A nossos dedos.

O Estado Couve

Caaaaaaaaalma.
Não estou a falar do nosso estimado e apreciado País, das suas praias, comidas, o seu povo afável e afins.
Nã Não!
Sou mesmo eu, o próprio do estado couve em que me encontro.
Acordei com uma daquelas dores de garganta à puto.
Engolir é uma empresa árdua a que me sinto obrigado apenas por exigências estômacáis (deve ter acentos a mais, não?)
-Estomacais, ó bruto!

É um Já visto.
Ter anginas em Agosto.
Mal acordei, liguei para minha irmã a seguir, que sabe do assunto a potes, a quem a família recorre sempre que tem dores de todo o tipo. Ela, que merecia uma prenda a dobrar, mas a pobre "infeliz" nasceu no dia 24 de Dezembro. É muito azar.

Diz então a Doutora que o ar anda desregulado de ozono e outras coisas, e, portanto, as urgências não têm feito outra coisa.
Atenção, pois então, ao ar que se respira. Sim, mas também não podemos andar para aí de mola no nariz.
O vizinho ao lado, na passagem de peões, desconfiaria imediatamente da sua auto-estima (ou amor-próprio, que tb soa bem).
Claro, neste estado couve em que me encontro só me ocorre;
Não quero um rasca!
Mãe.

-Os homens são sempre a mesma coisa.
-Que frágeis.
-Não perdem uma, para exibirem o seu queixume.
-Que falta de paciência.

- Então como é que exibimos a nossa sensibilidade que vós tanto apreciais?
- O nosso lado feminino tanto em voga?
- A nossa vulnerabilidade que de aspectos sexys se pode revestir?
- É preciso ter os ossos à vista?
- Ter um ar esquálido e talvez pensem que nós pensamos, embora só de quando em vez?
- Eu recuso-me a tal demonstração de neo-matrafonismo por ruas de Lisboa.
- Aliás, já pensaram que os homens que viram matrafonas, em Torres Vedras, levam aquilo demasiado a peito?
- Espelham muito bem o seu ideário feminino, e gostam mesmo de vestir aquelas meias de rede rotas.
- Fetiches populares, enfim...


- Ok!
- Assumo!
- Tenho mimo!
- E, tenho saudades da minha mãe.

Sobre as fotos

Para os menos informados:

Quem quiser comentar com fotos, e não sabe como, pode abrir um conta no http://www.photobucket.com/. Inscrevam-se.
A partir desse momento, podem enviar uma série de fotografias para o vosso espaço no servidor. Qualquer foto passa então a ter um endereço próprio(ou URL) que pode ser linkado ou inserido num post.


Ilustro:
Acordo bem-disposto.
Envio uma foto de Mark Tucker, que fica com o seguinte endereço (http://img.photobucket.com/albums/v11/morris/nattoes.jpg) na minha conta.
Já posso deixar este link numa qualquer caixa de comentários. Ou então deixar a própria imagem aqui neste mesmo post. Para o fazer,insiro o comando html que aparece no photbucket e voilá:


Mark Tucker.

Não é difícil, experimentem. Ah, respeitem os direitos de autor, evidentemente.

Pensar alto

Não me entendam mal.
Por favor!
Pensar alto...pensar alto....

Não é pessimista aquele que acredita nas pessoas.
Não é pessimista aquele que dá um voto não por amor, mas calcula ser o melhor para todos.
Não é pessimista aquele que aponta o dedo e discute as coisas.
Não é pessimista aquele que deixa de acreditar em esquemas.
Não é pessimista aquele que apenas anseia compreender tudo à sua volta.
Não é pessimista aquele que, entregando-se a tudo, acredita estar vivo e, por isso, está mais vivo.
Não é pessimista aquele que acredita haver sempre uma solução.
Não é pessimista aquele que se questiona.

Todos podemos ser.

Às vezes.

Uma coisa não implica a outra

Uma coisa não implica a outra, ou seja, uma imagem não substitui a prosa de uma ideia.
É simplesmente a manifestação de um desejo.
Ter acesso à visão dos outros...pelos vossos olhos...sem que isso seja a diminuição da força de uma contemplação.

Os nossos sentidos à alerta.

Todos!