sexta-feira, janeiro 27, 2006

Mozart

João:

Que bom festejar.
Fantasiar.
Tantos artigos e páginas de jornais e revistas.
Endeusar um jovem compositor.
Ainda bem.
Passaram 250 anos.
Mozart continua por aí.
Podia ser um milagre da passagem de Deus pela terra.
Mas, não figuram músicos nos altares.

Mozart.

A música revela-se!

Declara-se!

A luz .

A vida.

É possível viver nos intervalos da morte.

Eleva-te!

Vai!

Q.

7 comentários:

um estranho disse...

35 anos. Para a Eternidade.

Sílvia disse...

Nem de propósito, João! Vinha aqui, aproveitando a homenagem que fiz no meu blog a Mozart, para te homenagear também a ti, compositor que és, deparando-me com este teu post...
Ao celebrar Mozart, eu quero também celebrar os compositores e músicos felizmente ainda vivos, como tu. Parabéns, João!

um estranho disse...


>Mr Mozart

Marcos disse...

João, envie-te um mail para o endereço que está no teu site. Aguardo resposta, obrigado, Marcos Pinto

Ana disse...

É possível viver nos " intervalos da morte" graças aos artistas, aos músicos... como tu e como este: (com ele, contigo é impossível "ficar indiferente ao sabor do tempo")

"Passos descalços restolhando pela estrada de macadame
Pernas curtidas descrevendo arcos desengonçados
O destino incerto, a dúvida quente
O céu descoberto, o futuro longe
E o passado incapaz de conter a ambição imprudente

Há muito tempo, há muito tempo...
Demos tudo o que tivemos
Para agarrar o tempo

Teias de ferro fortificam a cidade industrial
Que se alimenta do suor dos corpos mecanizados
O aço temperado, a manufactura
O monstro acordado, o inconsciente activo
E ninguém sabe aonde irá desembocar a aventura

Há muito tempo, há muito tempo...
Nós passámos tanto tempo
Para estragar o tempo

Domingo à tarde, e o planeta está colado à televisão
O astronauta domestica a lua com gestos lentos
O mar entulhado, o céu mais cinzento
A publicidade, o perigo iminente
E a sensação da alma não acompanhar o movimento

Há muito tempo, há muito tempo...
Ninguém fica indiferente
Ao sabor do tempo
Ao sabor do tempo"

Há Muito Tempo,
Letra e Música, Jorge Palma

Beijo,
Anapend...

nascitura disse...

vou

filomena disse...

O que distingue um génio é a imensidão do seu universo.